VALORES HUMANITÁRIOS

16:31 Maisa

A paz e a vida na Terra estão ameaçadas por atividades humanas não compromissadas com valores humanitários.

 A destruição da natureza e seus recursos são resultado da ignorância, da cobiça e da falta de respeito pelos seres vivos, incluindo nossos próprios descendentes.

 As gerações futuras herdarão um planeta extremamente degradado, caso a paz mundial não se efetive e a destruição da natureza continue nesse rítmo.

 Nossos ancestrais viam a Terra como rica e generosa, o que ela realmente é. Muita gente no passado também via a natureza como inexaurivelmente sustentável. Está comprovado que, caso cuidemos bem da Terra, ela pode ser efetivamente uma fonte inesgotável de recursos.

 Não é difícil perdoar a destruição causada à Terra no passado, fruto da ignorância.

 Hoje, contudo, temos fácil acesso a todo tipo de informação e é essencial que examinemos eticamente o que herdamos, quais são nossas responsabilidades e o que passaremos para as gerações vindouras. Muitas dessas gerações poderão não conhecer habitats, animais, plantas, insetos e microorganismos da Terra. Temos a capacidade e a obrigação de agir e devemos fazê-lo antes que seja tarde demais.

 O mesmo cuidado que temos em cultivar relações pacíficas com nossos semelhantes deve ser estendido ao meio ambiente. E não apenas por uma questão moral ou ética, mas pela nossa própria sobrevivência. Para a geração presente e para as futuras, o meio ambiente é fundamental. Se o explorarmos exaustivamente podemos receber algum benefício hoje, mas, a longo prazo, sofreremos as consequências. Quando o meio ambiente se altera, as condições climáticas também se alteram e, por conseguinte, nossa saúde é muito afetada. Repetindo, a conservação não é meramente uma questão moral, mas sim, da nossa própria sobrevivência.

 Portanto, para conseguirmos proteção e conservações ambientais mais eficazes é essencial que o ser humano desenvolva um equilíbrio interno. O desconhecimento em relação à importância da preservação do meio ambiente causou graves danos à humanidade. Precisamos agora ajudar as pessoas a compreenderem a necessidade urgente da proteção ambiental para a nossa sobrevivência.

 Se você quer ser egoísta, então seja sábio e não mesquinho em seu egoísmo. A chave está no nosso senso de responsabilidade universal. Essa é a verdadeira fonte de luz, a verdadeira fonte de felicidade. Se esgotarmos tudo o que estiver disponível na Natureza, como árvores, água e sais minerais, e não fizermos um planejamento adequado para as próximas gerações, para o futuro, certamente estaremos em falta.

 Entretanto, se tivermos um verdadeiro senso de responsabilidade universal como força motriz, nossas relações com o meio ambiente e com nossos vizinhos serão bem mais equilibradas.

 Por último, a decisão de salvar o meio ambiente deve brotar do coração do homem.

 Clamemos a todos para que desenvolvam um senso de responsabilidade universal fundamentado no amor, na compaixão e na clareza de consciência.

 Minha mensagem é a prática do amor, da compaixão e da bondade. Estas qualidades são muito úteis para vivermos nosso cotidiano mais harmoniosamente, e também muito importantes para a sociedade humana como um todo.

 Uma profunda compaixão é a raiz de todas as formas de adoração.

 Onde quer que eu vá, sempre aconselho as pessoas a serem altruístas e bondosas. Tento concentrar toda a minha energia e força espiritual na disseminação da bondade. É o que há de mais essencial.

 A bondade é o que realmente importa. A bondade, o amor e a compaixão combinados são sentimentos que levam à essência da fraternidade. São os alicerces da paz interior.

 Com sentimentos de ódio e rancor é muito difícil alcançar a paz interior. Neste sentido, as religiões e crenças são convergentes. Em todas as grandes religiões do mundo, a ênfase é no espírito de fraternidade.

 São os inimigos que verdadeiramente nos ensinam a vivenciar sentimentos de compaixão e tolerância. As guerras surgem porque não há compreensão do lado humano das pessoas. Ao invés de conferências e encontros políticos, por que não convocar as famílias a fazerem um piquenique para que se conheçam mutuamente, enquanto suas crianças brincam juntas?

 Nos tempos antigos, quando havia uma guerra, o embate era corpo a corpo. O vitorioso entrava em contato direto com o sangue e o sofrimento do inimigo durante a batalha.

 Hoje as guerras adquiriram uma proporção muito mais horrenda. Um homem, sentado em uma sala, aperta um botão e mata milhões de pessoas instantaneamente, sem ao menos ver o sofrimento humano que infligiu. A mecanização da guerra e a automação dos conflitos humanos são, cada vez mais, uma ameaça à paz mundial.

Texto: DALAI LAMA

REDE DE ARTE PLANETÁRIA

16:55 Maisa

A Rede de Arte Planetária (Movimento Mundial de Paz e de Mudança ao Sincronário de 13 Luas de 28 dias – PAN/RAP) é uma aliança global de pessoas voluntárias, autônomas, que trabalham pela Paz, pela Cultura e pela Natureza (Biosfera), sem nenhuma filiação a uma determinada religião ou tendência política, mas apresentando como estrutura básica a “Lei do Tempo”, já divulgada às estruturas de poder do planeta, especialmente a ONU e o Vaticano.

A Rede de Arte Planetária está estruturada como Movimento Mundial pela Paz em uma rede mundial com grupos bioregionais que integram toda variedade de profissionais de artes, ciências (físiicos, matemáticos, médicos, antropólogos,...), espiritualistas, terapeutas e de muitas outras especialidades, unindo forças com o espírito do novo tempo, realizando encontros, conferências, experiências artísticas e projetos baseados na proteção do meio-ambiente e retorno aos ciclos naturais.

A Rede de Arte Planetária está fundamentada em princípios naturais que orientam para uma cooperação maior com o objetivo comum dos participantes de fazer “Paz através da Cultura” e “Paz da Cultura da Biosfera”.

Ativamos eventos que promovem a expansão da consciência humana e da conexão que todos temos com a Biosfera. Ensinamos a Ciência do Tempo, através do Sincronário das 13 Luas – o Sincronário da Paz – como uma forma de entender a confusão e disparidades do nosso estilo de vida moderno.

Nossos objetivos:
* Reeducar para uma conduta de paz entre as pessoas e para com o meio-ambiente.
*Divulgar o Sincronário natural e ecológico de 13 Luas e o conhecimento da Lei do Tempo: T(E)=Arte.
*Promover o resgate da arte de viver no planeta Terra.
*Promover o Dia Mundial da Cultura e da Paz (25 de Julho de cada ano).
*Estabelecer e fortalecer grupos bioregionais de regeneração da Biosfera

 “É decerto interessante saber que viemos das estrelas, mas ainda mais interessante é a compreensão de que fazemos parte do Cosmos. Embora possamos ser apenas um grão de poeira na imensidão do Universo, somos os filhos da Divindade e o nosso destino está ligado ao da criação. Cada ser tem o seu papel a desempenhar e um destino a cumprir e, portanto, cada pedaço de existência é transcendente.”
Dom Isidro, sábio Maia.

DÉCADA DA CULTURA DE PAZ

16:16 Maisa

Em 1998, quando da celebração dos 50 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, um grupo de ganhadores do Prêmio Nobel da Paz redigiu o “Manifesto 2000 por uma Cultura de Paz e Não-Violência”, listando os seguintes princípios:
 
1. Respeitar a vida. Respeitar a vida e a dignidade de cada ser humano sem discriminação nem preconceito. 

 2. Rejeitar a violência. Praticar a não violência ativa, rejeitando a violência em todas as suas formas: física, sexual, psicológica, econômica e social, em particular contra os mais vulneráveis, tais como as crianças e os idosos.

 3. Ser generoso.
Compartilhar o tempo e os recursos materiais no cultivo da generosidade e por fim à exclusão, à injustiça e à opressão política e econômica.

 4. Ouvir para compreender. Defender a liberdade de expressão e a diversidade cultural privilegiando sempre o diálogo sem ceder ao fanatismo, à difamação e à rejeição.

 5. Preservar o planeta. Promover o consumo responsável e um modo de desenvolvimento que respeitem todas as formas de vida e preservem o equilíbrio dos recursos naturais do planeta.

 6. Redescobrir a solidariedade. Contribuir para o desenvolvimento da comunidade, com a plena participação das mulheres e o respeito aos princípios democráticos, de modo a criar novas formas de solidariedade.

 O Manifesto objetiva a promoção da conscientização e do compromisso individuais: não é nem um apelo nem uma petição dirigidos aos governos ou autoridades superiores. O Manifesto afirma que é da responsabilidade de cada ser humano traduzir os valores, atitudes e padrões de comportamento que inspiram a Cultura de Paz em realidades da vida diária. Todos podem agir no espírito da Cultura de Paz dentro do contexto da própria família, do local de trabalho, do bairro, da cidade ou da região, tomando-se um mensageiro da tolerância, da solidariedade e do diálogo.

CULTURA DE PAZ

16:03 Maisa

Cultura de Paz: A ONU definiu o conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida associados à cultura de paz na Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz, divulgada em 13 de setembro de 1999.

Diversas instituições em todo o mundo aderiram a esta declaração e se empenham na concretização destes ideais.

“Uma Cultura de Paz é um conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados:

 

* No respeito à vida, no fim da violência e na promoção e prática da não-violência por meio da educação, do diálogo e da cooperação;
* No pleno respeito aos princípios de soberania, integridade territorial e independência política dos Estados e de não ingerência nos assuntos que são, essencialmente, de jurisdição interna dos Estados, em conformidade com a Carta das Nações Unidas e o direito internacional;
* No pleno respeito e na promoção de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais; No compromisso com a solução pacífica dos conflitos;
* Nos esforços para satisfazer as necessidades de desenvolvimento e proteção do meio-ambiente para as gerações presente e futuras;
* No respeito e promoção do direito ao desenvolvimento;
* No respeito e fomento à igualdade de direitos e oportunidades de mulheres e homens;
* No respeito e fomento ao direito de todas as pessoas à liberdade de expressão, opinião e informação;
* Na adesão aos princípios de liberdade, justiça, democracia, tolerância, solidariedade, cooperação, pluralismo, diversidade cultural, diálogo e entendimento em todos os níveis da sociedade e entre as nações; e animados por uma atmosfera nacional e internacional que favoreça a paz.”

(Fonte: ONU, 2004).

DIA MUNDIAL DOS OCEANOS

10:45 Maisa

ECOLOGIA INTERIOR - Leonardo Boff

12:55 Maisa

A FORÇA CURATIVA DA ECOLOGIA INTERIOR


Em tempos de crise como o nosso, procuramos fontes de inspiração lá onde estiverem. Uma delas é a ecologia interior. Para avaliar sua relevância precisamos  conscientizar o fato de que nossa relação para com a Terra, pelo menos nos últimos séculos, está baseada em falsas premissas éticas e espirituais: antropocentrismo, negação do valo intrínseco de cada ser, dominação da Terra, depredação de seus recursos. Tais premissas produziram o atual estado doentio da Terra que repercute na psiqué  humana.
 
 Assim como existe uma ecologia exterior, existe também ecologia interior feita de solidariedade, sentimento de re-ligação com o todo, cuidado e amorização. Ambas as ecologias estão ligadas umbilicalmente. É o que se chama de psicologia ambiental ou, na expressão de E. Wilson, de biofilia. Sua base não é só antropológica mas também cosmológica. Pois o próprio universo, segundo renomados astrofísicos como Brian Swimme entre outros, teria uma profundidade espiritual. Ele não é feito do conjunto dos objetos mas da teia de relações entre eles, fazendo-os sujeitos que trocam entre si informações e se enriquecem.
 
 A partir da ecologia interior, a Terra, o sol, a lua, as árvores, as montanhas e os animais não estão apenas ai fora, mas vivem em nós como figuras e símbolos carregados de emoção. As experiências benfazejas ou traumáticas que tivermos feito com estas realidades deixaram marcas profundas na psiqué. Isso explica a aversão a algum ser ou afinidade com outro.
 
 Tais símbolos fundam uma verdadeira arqueologia interior, cujo código de decifração constituíu uma das grandes conquistas intelectuais do século XX com Freud, Jung, Adler, Lacan, Hillmann e outros. No mais profundo, consoante C.G. Jung, brilha o arquétipo da Imago Dei, do Absoluto.  Ninguém melhor que Viktor Frankl trabalhou esta dimensão que ele chama de inconsciente espiritual e os modernos de mystical mind ou ponto Deus no cérebro. Esse inconsciente espiritual, em último termo, é expressão da própria espiritualidade da Terra e do universo que irrompe através de nós porque somos a parte consciente do universo e da Terra.
 
 É essa profundidade espiritual que nos faz entender, por exemplo, esta exemplar atitude ecológica dos indígenas Sioux dos EUA. Eles se deleitam, em algumas festas rituais, com certo tipo de feijão. Este cresce fundo no solo e é de difícil  coleta.  Que fazem os Sioux? Aproveitam-se então dos estoques que uma espécie de rato das pradarias da região faz para seu consumo no inverno. Sem essa reserva correriam  sério risco de morrer de fome. Ao tomar seus feijões, os indígenas Sioux têm clara consciência de que estão rompendo a solidariedade com o irmão rato e que o estão roubando.  Por isso, fazem comovente oração: "Tu, ratinho, que és sagrado, tenha misericórdia de mim. Tu és, sim, fraco, mas forte suficiente para fazeres o teu trabalho, pois forças sagradas se comunicam contigo. Tu és também sábio, pois a sabedoria das forças sagradas sempre te acompanham. Que eu possa ser também sábio em meu coração para que esta vida sombria e confusa seja transformada em permanente luz". E como sinal de solidariedade, ao retirar o feijão, deixam em seu lugar porções  de toucinho e de milho. Os Sioux sentem-se unidos espiritualmente aos ratos e à  toda a natureza.
 
 Este espírito de mútua pertença urge ressuscitar porque o perdemos pelo excesso de individualismo e de competição que subjazem à crise atual.
 
 O  sistema imperante exaspera o desejo de ter à custa de outro mais fundamental que é o de ser e o de  elaborar a nossa própria singularidade. Este demanda capacidade de opôr-se aos valores dominantes e de viver ideais ligados à vida,  ao seu cuidado, à amizade e ao amor.
 
 A ecologia interior também chamada de ecologia profunda (deep ecology), procura acordar o xamã que se esconde dentro de cada um de nós. Como todo xamã, podemos entrar em diálogo com as energias que trabalham na construção do universo há 13,7 bilhões de anos.
 
 Sem uma revolução espiritual será difícil sairmos da atual crise que exige um novo acordo com a vida e com a Terra. Caso contrário, seguiremos  errantes e solitários.

Texto: Leonardo Boff

A ECOLOGIA INTERIOR

12:42 Maisa

Retirado do livro No Limiar da Percepção - Eros Salerno


Estamos todos, a caminho da autossustentabilidade do ser.

A sustentabilidade é um conceito em Ecologia, que de maneira simplificada e sem entrar no mérito financeiro, diz que um sistema é sustentável quando tem capacidade suficiente para renovar-se, quando uma parte lhe é retirada.

Vamos tentar transpor esse mesmo conceito para o âmbito espiritual.

Já que, é concenso científico a conceituação de Einstein de que “matéria e energia são apenas duas manifestações diferentes da mesma realidade fundamental”, podemos considerar que nossos corpos são formados por energia e estamos mergulhados num imenso universo energético. É como se fôssemos peixes mergulhados em um universo de água, porém com os corpos feitos “da própria água do oceano”.  À medida que esses peixes se deslocam ou interagem com o ambiente, como são formados da mesma “substância”, operam trocas essenciais com o oceano muito facilmente.

Assim, em todo movimento que fazemos – desde uma ação física até um pensamento – trocamos, com o meio, parte da nossa energia.

 O ser humano autossustentável é aquele capaz de renovar sua energia positivamente e autonomamente, de maneira consciente ou não, de forma que sua resultante energética seja sempre saudável e capaz de mantê-lo em harmonia e contínua evolução.  Este é um conceito que também poderíamos atribuir à “ecologia interior humana”.

Uma das chaves para a autossustentabilidade é encontrada quando verdadeiramente nos descobrimos como seres espirituais, integrantes de uma grandiosa rede de consciências em evolução e amorosamente imbuídos da construção e manutenção cósmica.

A rede do amor cósmico é brilhantemente explicada por Lucia Roberta de Mello, no seu livro Amor.net. Em uma das suas dedicatórias num exemplar de Amor.net, endereçada a minha pessoa, Lucia habilmente dá pistas sobre a abrangência e profundidade do amor universal, ao qual podemos nos conectar.

“O amor é um sentimento que abraça muito mais do que podemos imaginar, é a matéria nutriz e condutora de tudo que aparece a partir do Pai e nos atinge e forma.”

“É o que nos faz estar aqui.”

Quando já percebemos conscientemente todo o nosso sistema energético e conseguimos gerir harmonicamente o fluxo de energia por nosso corpo, tornamo-nos autosuficientes conscienciais. Na prática, isto significa que seremos capazes de dinamizar todo o nosso sistema energético sutil, movimentando voluntariamente, através da força de vontade, a energia existente em nossos centros energéticos e canais transportadores – chakras e nadis – mantendo nossa saúde física e extrafísica.

Atingir a autossuficiência consciencial não significa que não precisaremos mais de ajuda e que poderemos nos desconectar da rede do amor cósmico, . Usando um jargão coloquial atual, poderíamos ser tentados pela mente a pensar que somos “descolados espirituais”, mas, na verdade, bastaria o menor resquício de um pensamento prepotente ou presunçoso, para nos desequilibrarmos, caso realmente já estivéssemos em estágio de autossuficiência.

Esse fato ocorre porque a natureza do universo responde sempre à verdadeira natureza das ações e não às ações propriamente ditas.

O conceito de verdadeira natureza da ação vem do Oriente, e é chamado de “Kung Long”, uma expressão tibetana que pode se traduzir como “a arte de viver com ética”. Tenzin Gyatso, o Dalai Lama, magistralmente revela esse conceito no seu livro “Uma Ética Para O Novo Milênio”.

O Kung Long é a vontade verdadeira que surge do nosso íntimo e caracteriza todas as nossas ações, independente de quais forem. No Ocidente, corresponderia de maneira aproximada à “verdadeira intenção”.

Assim, a partir do momento em que “chaveamos” intimamente a nossa verdadeira intenção de nos desenvolvermos espiritualmente, passando de algo puro e ingênuo que inicialmente aspirava genuinamente ao amor e ao bem comum, para as nuanças da vaidade e do orgulho, por maior contrassenso que isto possa parecer, mesmo que as nossas ações sejam boas na prática, não estaremos amealhando na nossa organização energética e consciencial os méritos positivos que poderíamos ter com as nossas ações.

Manter o propósito e o trabalho firme em conhecer quem realmente somos é trilhar um caminho que leva ao autoconhecimento. Perceber a nossa conexão mística e desenvolver disciplina para traduzir isso no nosso dia-a-dia nos leva para a estrada da autoformação. O cultivo do amor e a busca da ética como motivação das nossas ações nos conduzem à autossuficiência consciencial.

Conhecer a nossa natureza também nos confere maior habilidade para nos relacionarmos com adequação e harmonia.

Balancear a ecologia interna é como afinar um delicado instrumento, temos de aprender a perscrutar o nosso íntimo com tal finalidade. Em algum ponto desse processo, vamos nos deparar com as primeiras notas da canção do nosso eu maior.

Já que todos nós somos realmente irmãos, musicistas parceiros de uma mesma melodia, importa que cantemos a música que brotará do íntimo do nosso coração e façamos parte da bela sinfonia universal.

INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL

12:08 Maisa

Os 12 princípios da inteligência espiritual

“Ecologia interior” não é para místicos e esotéricos. Os palestrantes da primeira mesa do II Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, que está sendo realizado em São Paulo, concordam que é preciso avançar nas questões sociais antes de se pensar em resolver os conflitos envolvendo meio ambiente. Respeito a diversidade, apego à arte e as coisas belas e postura individual voltada pela paz: esse foi o tom das falas, mas um eu voltado à conexão com o universo.

Viagem? Muito inspiradora, na fala da física e filósofa americana Danah Zohar. Formada pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology, dá aulas sobre liderança em Oxford, na Inglaterra, e escreve livros sobre física quântica – alguns já publicados no Brasil. Deu uma “aula” estimulante não sobre ecologia, mas sobre inteligência espiritual – tão necessária para que a as ações pelo meio ambiente encontrem eco em toda a sociedade.

“Inteligência espiritual tem a ver com o que eu sou, com os meus valores”, lembra a pensadora, que avisa: precisamos alimentar essa inteligência para motivar a cooperação – entre a família, a comunidade, os países. Só assim vamos encontrar soluções positivas para o planeta, e nos encontrar nessa busca também.

Acompanhe o que Danah expôs sobre os princípios da inteligência espiritual – e motive-se!

1.Tenha pensamentos positivos, sempre. Não pense como vítima das circusntâncias, pense que sofrer é uma oportunidade de ser forte. “A crise econômica atual” é uma oportunidade de pensar nossos valores”, lembra Danah.

2. Descubra quem você é. O que me faz levantar de manhã? Para que eu vivo, por o que daria minha vida? O que me motiva para fazer coisas todos os dias? Quem eu sou realmente? Comprar, trabalhar, sair com os amigos faz parte de nosso universo, mas o “ser” é mais do que isso. Quando eu digo “minha vida é minha oração”, significa saber que minha vida é um presente de Deus e que precisamos fazer a diferença nesse planeta.

3. Tenha humildade. Precisamos saber que o que fazemos parte de um sistema, e que precisamos prestar atenção nos outros, lembrando que existem diversos pontos-de-vista – não o seu, unicamente.

4. Viva a compaixão.
A origem dessa palavra significa “sentir com”. Sentir a dor do outro como se fosse a sua dor. “Eu não somente cuido dos pobres, eu sou pobre. “O planeta é parte de mim – nascemos quando o Big Bang surgiu”. Lembre-se sempre: eu sinto que sou você, e que você sou eu.

5. Reveja seus valores. Precisamos pensar menos em “eu, mim” e mais em “nós, nossos”. E precisamos rever nossos valores para servir uns aos outros. Como fazer isso? “Pergunte a você mesmo, qual é o melhor que você pode dar”, avisa a filósofa.

6. Viva o presente. Tire o peso do passado e das preocupações – e viva o agora!

7. Estamos conectados, e o jeito que vivo minha vida afeta a vida do outro. “Se me sinto negativo, espalho essa negatividade para minhas relações, minha comunidade. Mas se me sinto esperançosa e que posso fazer melhor, espalho essa atitude para as outras pessoas”.

8. Responda a uma questão fundamental: sempre perguntar porquê! Nós nos fechamos a verdade se não questionamos.

9. Mude a sua mente, seus paradigmas, e coloque seus pontos-de-vista sob uma nova perspectiva. Isso é muito necessário no meio empresarial, destacou Danah. “Precisamos de uma revolução do pensamento também nas lideranças e na educação”. Educação significa memorização, imposição? Ou é ajudar as crianças a fazerem boas perguntas? “A mídia também precisa rever o seu papel e ajudar as pessoas a formarem consciência crítica.

10. Valorize seus princípios, mesmo que sejam impopulares. Entretanto, não seja arrogante de que está certo, mas questione-se. Escute os outros, mas veja o que você quer acreditar, para o que você quer lutar.

11. Celebre a diversidade
. Isso não significa numa empresa, por exemplo, colocar uma mulher ou negro num cargo alto, mas construir um pensamento do que significa a diferença para você, e o que ela tem a te ensinar. Dizer “obrigada por ser diferente, por me fazer questionar a mim mesmo”.

12. Descubra a sua vocação, o seu propósito de vida e em como você pode fazer a a diferença. “Você não precisa ser o Gandhi ou o Barack Obama. Cozinhar um bolo pra sua família, um pai que vai brincar com seu filho, dando o seu melhor, é uma maneira de servir a humanidade com o melhor que temos”.

Para terminar, um recado aos educomunicadores e educadores em geral: “eu chamo a todos para a revolução não-violenta, onde as novas tecnologias podem mudar o mundo, sim, e que é preciso acreditar que você pode fazer a diferença”.

Danah Zohar
Danah Zohar nasceu e foi educada nos Estados Unidos. Ela estudou Física e Filosofia no MIT (Institudo de Tecnologia de Massachusetts), e fez seu trabalho de pós-graduação em Filosofia, Religião e Psicologia na Universidade de Harvard. Ela é a autora do best-seller O Ser Quântico , e também de A Sociedade Quântica, que estendem a linguagem e os princípios da física quântica para uma nova compreensão da consciência humana, da psicologia e da organização social.

EDUCAÇÃO ESPIRITUAL

10:37 Maisa

Por que nós queremos construir um centro para educação espiritual?

Porque a pouca educação é a maior causa de desarmonia e pobreza no mundo. A maioria das pessoas não sabem quem são ou o que são capazes de fazer, e conseqüentemente sentem-se fracas em seu senso de ser e em sua personalidade.

O conceito do “ser” que inclui a mente, o corpo e a alma, é o responsável pela transformação constante do ser humano. Mas para a maioria das pessoas a educação não os encorajou a explorar e se desenvolver livremente, muito pelo contrario a educação se tornou uma instituição de doutrinação, que oferece apenas informações irrelevantes e freqüentemente incorretas.

Após muitos anos de programação e pensando do jeito que nos falaram para pensar, nós ficamos alienados das nossas qualidades e valores espirituais, e ficamos tão amedrontados que é muito difícil se conectar com o conhecimento sagrado das nossas almas, o conhecimento que foi trazido conosco das estrelas para ser compartilhado no mundo das experiências.   

É necessária muita informação para transmutar os erros do passado e reconhecer de fato quem somos nós. No momento em que reconhecemos a divindade de cada ser, a vida se transforma completamente, e assim começamos a crescer e desenvolver as qualidades de cooperação, ajuda e responsabilidade social.

O movimento consciente do estado de competição para o da cooperação é o que causará harmonia em todos os níveis sociais. E com este propósito educacional poderemos servir todos que queiram aprender. Porém para alcançarmos esse ponto, precisamos melhorar a qualidade de ensino e curar o desentendimento projetado em todas as pessoas que tem como único objetivo o controle.

O fato de não saber o que acontece no mundo, nos traz confusão e medo. Através do conhecimento, do saber, e do entendimento atingimos o equilíbrio e a tranqüilidade.

O crescimento da alma é o propósito de todas as experiências que escolhemos, o objetivo de todo aprendizado da alma é o equilíbrio, que é também o plano divino.

Na educação nós precisamos professores equilibrados que amem informar e apresentar as oportunidades e possibilidades para os mais novos. Para que eles sejam capazes de escolher e se especializar nas áreas de seus interesses e aptidões.

MISSÃO PARA TODOS NÓS

10:30 Maisa

A missão é manter o equilíbrio no meio de todo o caos existente no nosso mundo.
A necessidade de equilíbrio em nossas vidas deve ser respeitada, pois o equilíbrio é vital para a nossa capacidade de absorção de luz, e a luz que é o símbolo do conhecimento, é essencial para nossa clareza espiritual.
Quanto mais absorveremos conhecimento, mais discernimento teremos para reconhecer os esforços das forças opositoras de nos manter fora de equilíbrio. A educação atual está focada em como você pode obter um emprego e competir com todas as outras pessoas objetivando simplesmente o lucro.   

A educação espiritual nos leva a compreender em que mundo estamos e como utilizar as ferramentas da mente e do coração para levar formas de amor a um mundo de medo, egoísmo e ignorância espiritual.
 Somos responsáveis por equilibrar todas as experiências que atraímos para as nossas vidas.

O nosso despertar começa quando ligamos a nossa mente aos nossos sentimentos sutis que carregam a luz e a sabedoria da nossa alma e do nosso coração. Assim que a ciência dos princípios universais é estudada e compreendida, somos capazes de discernir que há desequilíbrio na nossa política, economia e educação.

O sistema social foi projetado para manter todos controlados e em estado de estresse constante, preocupados e reagindo emocionalmente. É a capacidade racional do hemisfério esquerdo do cérebro que orientam os setores citados acima, enquanto a capacidade intuitiva do hemisfério direito do cérebro é completamente ignorada a ponto de muitos não serem capazes de acessar a orientação sutil e universal.

Devido a esta limitação muitas pessoas não foram capazes de desenvolver a sua percepção intuitiva e foram também expostos a conceitos e crenças dogmáticos. Teremos professores e alunos que trabalharão juntos e em harmonia, quando a educação se tornar espiritualizada. E todos vão objetivar criar um sistema de vida, onde o ser humano será visto como precioso, sagrado e parte do todo.

Robert Happé
Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida.

Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve - Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.

Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.

 Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.

 Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.

CAMPANHA

11:36 Maisa


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http://www.segmento.com.br/sustentavel/

SOPA PLÁSTICA

10:58 Maisa

A TERRA É NOSSA VIDA

10:09 Maisa

20 SUGESTÕES

09:20 Maisa

20 Sugestões de Atitudes Éticas, Ecológicas e Sustentáveis
Nossa espécie tem usado mais a capacidade de modificar o meio ambiente para piorar as coisas que para melhorar. Agora precisamos fazer o contrário, para nossa própria sobrevivência. Reveja seu dia-a-dia e tome as atitudes ecológicas que julgar mais corretas e adequadas. Não espere que alguém venha fazer isso por você. Faça sua parte! Que tal rever alguns hábitos para reduzir sua parcela de responsabilidade pelo desequilíbrio no efeito estufa da Terra? Em tempos de previsões sombrias sobre as mudanças climáticas da Terra, novas atitudes são valiosas para diminuir a cota individual de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Toda atitude nessa direção é bem-vinda.


1 – Leve uma sacola para fazer as compras do supermercado e da feira
Levando sua própria embalagem – que pode ser uma mochila ou uma sacola de pano – você evita o desperdício de sacos plásticos e reduz a quantidade de lixo produzido na sua casa.

2 – Prefira produtos naturais aos industrializados sempre que possível
Para a fabricação de produtos, as indústrias consomem grandes quantidades de energia e jogam toneladas de CO2 na atmosfera. Produtos naturais já vêm prontos “de fábrica”, sem custos ambientais exorbitantes.

3 – Valorize o trabalho de cooperativas agrícolas e artesanais
As cooperativas de artesanato são outra boa opção de consumo consciente. Para decorar sua casa, visite lojas especializadas em artesanato regional. Há muitos artistas que trabalham com materiais naturais, reciclados ou reaproveitados, inclusive com a consultoria de designers renomados. Em todo o Brasil, já existem produtores de alimentos orgânicos que, graças à união em cooperativas, conseguem manter uma escala de produção que possibilita a sustentabilidade de suas famílias. Sem agrotóxicos, os alimentos são mais saudáveis para quem consome e também para quem produz.

4 – Feche a torneira ao lavar a louça
Em 15 minutos, uma pessoa gasta mais de 240 litros de água na lavagem de louças. A dica é fechar a torneira, ensaboar as peças e só então abrir para enxaguá-las. Assim, o consumo cai para 20 litros de água. Além disso, considere diminuir o tempo do banho e fechar a torneira do lavatório ao escovar os dentes. Metais e louças sanitários que economizam água também são boas opções. Instalar arejadores nas torneiras da cozinha e dos banheiros – um acessório bem baratinho – pode gerar uma economia de até 60%.

5 – Prefira eletrodomésticos com selo Procel
O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) foi criado pelo governo para ajudar o consumidor a escolher os produtos que apresentam alta eficiência energética. Veja a lista de produtos com o selo Procel. Outras dicas importantes: nada de deixar a TV ligada à toa, ficar horas no chuveiro ou demorar uma eternidade em frente à porta da geladeira para escolher o que comer. Use a energia com responsabilidade. Sempre que possível, dê preferência às lâmpadas fluorescentes compactas.

6 – Separe o lixo orgânico dos materiais que podem ser reciclados
Em casa, bastam duas lixeiras para você colaborar com o planeta. Numa delas, coloque o lixo orgânico (restos de comida) e na outra, os materiais que podem ser destinados à reciclagem: plásticos, papéis, metais e vidros. Assim, você evita a sobrecarga nos aterros sanitários e reduz o consumo de mais matéria-prima para a fabricação de novos produtos.

7 – Na obra, dê preferência aos materiais ecológicos
Para construir ou reformar sua casa, pense nas opções menos agressivas ao ambiente. Há vários tipos de produtos e até lojas especializadas no assunto. Veja as listas deprodutos e profissionais que preparamos especialmente para você.

8 – Reutilize a água da chuva e da máquina de lavar

Se você mora em casa, reaproveite a água da lavagem das roupas para limpar a garagem, a varanda e o quintal. Você também pode armazenar a água da chuva que escorre pelas calhas para usar na limpeza das áreas externas.

9 – Plante árvores
No quintal, em canteiros ou em vasos, as árvores têm o poder de “seqüestrar” carbono da atmosfera, evitando o acúmulo excessivo do gás e retardando os efeitos do aquecimento global.

10 – Deixe o carro em casa mais vezes durante a semana
Os combustíveis fósseis são um dos principais vilões do aquecimento global. Por isso, usar menos o carro é um excelente hábito ecológico que você adquirir. Uma dica para isso é caminhar pelo bairro e aproveitar os serviços disponíveis pertinho da sua casa.

11 – Estabeleça princípios ambientalistas

Estabeleça compromissos, padrões ambientais que incluam metas possíveis de serem alcançadas.

12 – Faça uma investigação de recursos e processos
Verifique os recursos utilizados e o resíduo gerado. Confira se há desperdício de matéria-prima e até mesmo de esforço humano. A meta será encontrar meios para reduzir o uso de recursos e o desperdício.

13 – Estabeleça uma política ecológica de compras

Priorize a compra de produtos ambientalmente corretos. Existem certos produtos que não se degradam na natureza. Procure certificar-se, ao comprar estes produtos, de que são biodegradáveis. Procure por produtos que sejam mais duráveis, de melhor qualidade, recicláveis ou que possam ser reutilizáveis. Evite produtos descartáveis não reciclados como canetas, utensílios para consumo de alimentos, copos de papel, etc.

14 – Incentive seus colegas
Fale com todos a sua volta sobre a importância de agirem de forma ambientalmente correta. Sugira e participe de programas de incentivo como a nomeação periódica de um “campeão ambiental” para aqueles que se destacam na busca de formas alternativas de combate ao desperdício e práticas poluentes.

15 – Não Desperdice

Ajude a implantar e participe da coleta seletiva de lixo. Você estará contribuindo para poupar os recursos naturais, aumentar a vida útil dos depósitos de lixo, diminuir a poluição. Investigue desperdício com energia e água. Localize e repare os vazamentos de torneiras. Desligue lâmpadas e equipamentos quando não estiver utilizando. Mantenha os filtros do sistema de ar-condicionado e ventilação sempre limpos para evitar desperdício de energia elétrica. Use os dois lados do papel, prefira o e-mail ao invés de imprimir cópias e guarde seus documentos em disquetes, substituindo o uso do papel ao máximo. Promova o uso de transporte alternativo ou solidário, como planejar um rodízio de automóveis para que as pessoas viajem juntas ou para que usem bicicletas, transporte público ou mesmo caminhem para o trabalho. Considere o trabalho à distância, quando apropriado, permitindo que funcionários trabalhem em suas casas pelo menos um dia na semana utilizando correio eletrônico, linhas extras de telefone e outras tecnologias de baixo custo para permitir que os funcionários se comuniquem de suas residências com o trabalho.

16 – Evite Poluir Seu Meio Ambiente
Faça uma avaliação criteriosa e identifique as possibilidades de diminuir o uso de produtos tóxicos. Converse com fornecedores sobre alternativas para a substituição de solventes, tintas e outros produtos tóxicos. Faça um plano de descarte, incluindo até o que não aparenta ser prejudicial como pilhas e baterias, cartuchos de tintas de impressoras, etc. Faça a regulagem do motor dos veículos regularmente e mantenha a pressão dos pneus nos níveis recomendáveis. Assegure-se que o óleo dos veículos está sendo descartado da maneira correta pelos mecânicos.

17 – Evite riscos
Verifique cuidadosamente todas as possibilidades de riscos de acidentes ambientais e tome a iniciativa ou participe do esforço para minimizar seus efeitos. Não espere acontecer um problema para só aí se preparar para resolver. Participe de treinamentos e da preparação para emergências.

18 – Anote seus resultados
Registre cuidadosamente suas metas ambientais e os resultados alcançados. Isso ajuda não só que você se mantenha estimulado como permite avaliar as vantagens das medidas ambientais adotadas.

19 – Comunique-se
No caso de problemas que possam prejudicar seu vizinho ou outras pessoas, tome a iniciativa de informar em tempo hábil para que possam minimizar prejuízos. Busque manter uma atitude de diálogo com o outro.

20 – Arranje tempo para o trabalho voluntário
ão adianta você ficar só estudando e conhecendo mais sobre a natureza. É preciso combinar estudo e reflexão com ação. Considere a possibilidade de dedicar uma parte do seu tempo, habilidade e talento para o trabalho voluntário ambiental a fim de fazer a diferença dando uma contribuição concreta e efetiva para a melhoria da vida do planeta. Você pode, por exemplo, cuidar de uma árvore, organizar e participar de mutirões ecológicos de limpeza e recuperação de ecossistemas e áreas de preservação degradados, resgatar e recuperar animais atingidos por acidentes ecológicos ou mesmo abandonados na rua, redigir um projeto que permita obter recursos para a manutenção de um parque ou mesmo para viabilizar uma solução para problema ambiental, fazer palestras em escolas, etc.