ECOLOGIA INTERIOR - Leonardo Boff

12:55 Maisa

A FORÇA CURATIVA DA ECOLOGIA INTERIOR


Em tempos de crise como o nosso, procuramos fontes de inspiração lá onde estiverem. Uma delas é a ecologia interior. Para avaliar sua relevância precisamos  conscientizar o fato de que nossa relação para com a Terra, pelo menos nos últimos séculos, está baseada em falsas premissas éticas e espirituais: antropocentrismo, negação do valo intrínseco de cada ser, dominação da Terra, depredação de seus recursos. Tais premissas produziram o atual estado doentio da Terra que repercute na psiqué  humana.
 
 Assim como existe uma ecologia exterior, existe também ecologia interior feita de solidariedade, sentimento de re-ligação com o todo, cuidado e amorização. Ambas as ecologias estão ligadas umbilicalmente. É o que se chama de psicologia ambiental ou, na expressão de E. Wilson, de biofilia. Sua base não é só antropológica mas também cosmológica. Pois o próprio universo, segundo renomados astrofísicos como Brian Swimme entre outros, teria uma profundidade espiritual. Ele não é feito do conjunto dos objetos mas da teia de relações entre eles, fazendo-os sujeitos que trocam entre si informações e se enriquecem.
 
 A partir da ecologia interior, a Terra, o sol, a lua, as árvores, as montanhas e os animais não estão apenas ai fora, mas vivem em nós como figuras e símbolos carregados de emoção. As experiências benfazejas ou traumáticas que tivermos feito com estas realidades deixaram marcas profundas na psiqué. Isso explica a aversão a algum ser ou afinidade com outro.
 
 Tais símbolos fundam uma verdadeira arqueologia interior, cujo código de decifração constituíu uma das grandes conquistas intelectuais do século XX com Freud, Jung, Adler, Lacan, Hillmann e outros. No mais profundo, consoante C.G. Jung, brilha o arquétipo da Imago Dei, do Absoluto.  Ninguém melhor que Viktor Frankl trabalhou esta dimensão que ele chama de inconsciente espiritual e os modernos de mystical mind ou ponto Deus no cérebro. Esse inconsciente espiritual, em último termo, é expressão da própria espiritualidade da Terra e do universo que irrompe através de nós porque somos a parte consciente do universo e da Terra.
 
 É essa profundidade espiritual que nos faz entender, por exemplo, esta exemplar atitude ecológica dos indígenas Sioux dos EUA. Eles se deleitam, em algumas festas rituais, com certo tipo de feijão. Este cresce fundo no solo e é de difícil  coleta.  Que fazem os Sioux? Aproveitam-se então dos estoques que uma espécie de rato das pradarias da região faz para seu consumo no inverno. Sem essa reserva correriam  sério risco de morrer de fome. Ao tomar seus feijões, os indígenas Sioux têm clara consciência de que estão rompendo a solidariedade com o irmão rato e que o estão roubando.  Por isso, fazem comovente oração: "Tu, ratinho, que és sagrado, tenha misericórdia de mim. Tu és, sim, fraco, mas forte suficiente para fazeres o teu trabalho, pois forças sagradas se comunicam contigo. Tu és também sábio, pois a sabedoria das forças sagradas sempre te acompanham. Que eu possa ser também sábio em meu coração para que esta vida sombria e confusa seja transformada em permanente luz". E como sinal de solidariedade, ao retirar o feijão, deixam em seu lugar porções  de toucinho e de milho. Os Sioux sentem-se unidos espiritualmente aos ratos e à  toda a natureza.
 
 Este espírito de mútua pertença urge ressuscitar porque o perdemos pelo excesso de individualismo e de competição que subjazem à crise atual.
 
 O  sistema imperante exaspera o desejo de ter à custa de outro mais fundamental que é o de ser e o de  elaborar a nossa própria singularidade. Este demanda capacidade de opôr-se aos valores dominantes e de viver ideais ligados à vida,  ao seu cuidado, à amizade e ao amor.
 
 A ecologia interior também chamada de ecologia profunda (deep ecology), procura acordar o xamã que se esconde dentro de cada um de nós. Como todo xamã, podemos entrar em diálogo com as energias que trabalham na construção do universo há 13,7 bilhões de anos.
 
 Sem uma revolução espiritual será difícil sairmos da atual crise que exige um novo acordo com a vida e com a Terra. Caso contrário, seguiremos  errantes e solitários.

Texto: Leonardo Boff

A ECOLOGIA INTERIOR

12:42 Maisa

Retirado do livro No Limiar da Percepção - Eros Salerno


Estamos todos, a caminho da autossustentabilidade do ser.

A sustentabilidade é um conceito em Ecologia, que de maneira simplificada e sem entrar no mérito financeiro, diz que um sistema é sustentável quando tem capacidade suficiente para renovar-se, quando uma parte lhe é retirada.

Vamos tentar transpor esse mesmo conceito para o âmbito espiritual.

Já que, é concenso científico a conceituação de Einstein de que “matéria e energia são apenas duas manifestações diferentes da mesma realidade fundamental”, podemos considerar que nossos corpos são formados por energia e estamos mergulhados num imenso universo energético. É como se fôssemos peixes mergulhados em um universo de água, porém com os corpos feitos “da própria água do oceano”.  À medida que esses peixes se deslocam ou interagem com o ambiente, como são formados da mesma “substância”, operam trocas essenciais com o oceano muito facilmente.

Assim, em todo movimento que fazemos – desde uma ação física até um pensamento – trocamos, com o meio, parte da nossa energia.

 O ser humano autossustentável é aquele capaz de renovar sua energia positivamente e autonomamente, de maneira consciente ou não, de forma que sua resultante energética seja sempre saudável e capaz de mantê-lo em harmonia e contínua evolução.  Este é um conceito que também poderíamos atribuir à “ecologia interior humana”.

Uma das chaves para a autossustentabilidade é encontrada quando verdadeiramente nos descobrimos como seres espirituais, integrantes de uma grandiosa rede de consciências em evolução e amorosamente imbuídos da construção e manutenção cósmica.

A rede do amor cósmico é brilhantemente explicada por Lucia Roberta de Mello, no seu livro Amor.net. Em uma das suas dedicatórias num exemplar de Amor.net, endereçada a minha pessoa, Lucia habilmente dá pistas sobre a abrangência e profundidade do amor universal, ao qual podemos nos conectar.

“O amor é um sentimento que abraça muito mais do que podemos imaginar, é a matéria nutriz e condutora de tudo que aparece a partir do Pai e nos atinge e forma.”

“É o que nos faz estar aqui.”

Quando já percebemos conscientemente todo o nosso sistema energético e conseguimos gerir harmonicamente o fluxo de energia por nosso corpo, tornamo-nos autosuficientes conscienciais. Na prática, isto significa que seremos capazes de dinamizar todo o nosso sistema energético sutil, movimentando voluntariamente, através da força de vontade, a energia existente em nossos centros energéticos e canais transportadores – chakras e nadis – mantendo nossa saúde física e extrafísica.

Atingir a autossuficiência consciencial não significa que não precisaremos mais de ajuda e que poderemos nos desconectar da rede do amor cósmico, . Usando um jargão coloquial atual, poderíamos ser tentados pela mente a pensar que somos “descolados espirituais”, mas, na verdade, bastaria o menor resquício de um pensamento prepotente ou presunçoso, para nos desequilibrarmos, caso realmente já estivéssemos em estágio de autossuficiência.

Esse fato ocorre porque a natureza do universo responde sempre à verdadeira natureza das ações e não às ações propriamente ditas.

O conceito de verdadeira natureza da ação vem do Oriente, e é chamado de “Kung Long”, uma expressão tibetana que pode se traduzir como “a arte de viver com ética”. Tenzin Gyatso, o Dalai Lama, magistralmente revela esse conceito no seu livro “Uma Ética Para O Novo Milênio”.

O Kung Long é a vontade verdadeira que surge do nosso íntimo e caracteriza todas as nossas ações, independente de quais forem. No Ocidente, corresponderia de maneira aproximada à “verdadeira intenção”.

Assim, a partir do momento em que “chaveamos” intimamente a nossa verdadeira intenção de nos desenvolvermos espiritualmente, passando de algo puro e ingênuo que inicialmente aspirava genuinamente ao amor e ao bem comum, para as nuanças da vaidade e do orgulho, por maior contrassenso que isto possa parecer, mesmo que as nossas ações sejam boas na prática, não estaremos amealhando na nossa organização energética e consciencial os méritos positivos que poderíamos ter com as nossas ações.

Manter o propósito e o trabalho firme em conhecer quem realmente somos é trilhar um caminho que leva ao autoconhecimento. Perceber a nossa conexão mística e desenvolver disciplina para traduzir isso no nosso dia-a-dia nos leva para a estrada da autoformação. O cultivo do amor e a busca da ética como motivação das nossas ações nos conduzem à autossuficiência consciencial.

Conhecer a nossa natureza também nos confere maior habilidade para nos relacionarmos com adequação e harmonia.

Balancear a ecologia interna é como afinar um delicado instrumento, temos de aprender a perscrutar o nosso íntimo com tal finalidade. Em algum ponto desse processo, vamos nos deparar com as primeiras notas da canção do nosso eu maior.

Já que todos nós somos realmente irmãos, musicistas parceiros de uma mesma melodia, importa que cantemos a música que brotará do íntimo do nosso coração e façamos parte da bela sinfonia universal.

INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL

12:08 Maisa

Os 12 princípios da inteligência espiritual

“Ecologia interior” não é para místicos e esotéricos. Os palestrantes da primeira mesa do II Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, que está sendo realizado em São Paulo, concordam que é preciso avançar nas questões sociais antes de se pensar em resolver os conflitos envolvendo meio ambiente. Respeito a diversidade, apego à arte e as coisas belas e postura individual voltada pela paz: esse foi o tom das falas, mas um eu voltado à conexão com o universo.

Viagem? Muito inspiradora, na fala da física e filósofa americana Danah Zohar. Formada pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology, dá aulas sobre liderança em Oxford, na Inglaterra, e escreve livros sobre física quântica – alguns já publicados no Brasil. Deu uma “aula” estimulante não sobre ecologia, mas sobre inteligência espiritual – tão necessária para que a as ações pelo meio ambiente encontrem eco em toda a sociedade.

“Inteligência espiritual tem a ver com o que eu sou, com os meus valores”, lembra a pensadora, que avisa: precisamos alimentar essa inteligência para motivar a cooperação – entre a família, a comunidade, os países. Só assim vamos encontrar soluções positivas para o planeta, e nos encontrar nessa busca também.

Acompanhe o que Danah expôs sobre os princípios da inteligência espiritual – e motive-se!

1.Tenha pensamentos positivos, sempre. Não pense como vítima das circusntâncias, pense que sofrer é uma oportunidade de ser forte. “A crise econômica atual” é uma oportunidade de pensar nossos valores”, lembra Danah.

2. Descubra quem você é. O que me faz levantar de manhã? Para que eu vivo, por o que daria minha vida? O que me motiva para fazer coisas todos os dias? Quem eu sou realmente? Comprar, trabalhar, sair com os amigos faz parte de nosso universo, mas o “ser” é mais do que isso. Quando eu digo “minha vida é minha oração”, significa saber que minha vida é um presente de Deus e que precisamos fazer a diferença nesse planeta.

3. Tenha humildade. Precisamos saber que o que fazemos parte de um sistema, e que precisamos prestar atenção nos outros, lembrando que existem diversos pontos-de-vista – não o seu, unicamente.

4. Viva a compaixão.
A origem dessa palavra significa “sentir com”. Sentir a dor do outro como se fosse a sua dor. “Eu não somente cuido dos pobres, eu sou pobre. “O planeta é parte de mim – nascemos quando o Big Bang surgiu”. Lembre-se sempre: eu sinto que sou você, e que você sou eu.

5. Reveja seus valores. Precisamos pensar menos em “eu, mim” e mais em “nós, nossos”. E precisamos rever nossos valores para servir uns aos outros. Como fazer isso? “Pergunte a você mesmo, qual é o melhor que você pode dar”, avisa a filósofa.

6. Viva o presente. Tire o peso do passado e das preocupações – e viva o agora!

7. Estamos conectados, e o jeito que vivo minha vida afeta a vida do outro. “Se me sinto negativo, espalho essa negatividade para minhas relações, minha comunidade. Mas se me sinto esperançosa e que posso fazer melhor, espalho essa atitude para as outras pessoas”.

8. Responda a uma questão fundamental: sempre perguntar porquê! Nós nos fechamos a verdade se não questionamos.

9. Mude a sua mente, seus paradigmas, e coloque seus pontos-de-vista sob uma nova perspectiva. Isso é muito necessário no meio empresarial, destacou Danah. “Precisamos de uma revolução do pensamento também nas lideranças e na educação”. Educação significa memorização, imposição? Ou é ajudar as crianças a fazerem boas perguntas? “A mídia também precisa rever o seu papel e ajudar as pessoas a formarem consciência crítica.

10. Valorize seus princípios, mesmo que sejam impopulares. Entretanto, não seja arrogante de que está certo, mas questione-se. Escute os outros, mas veja o que você quer acreditar, para o que você quer lutar.

11. Celebre a diversidade
. Isso não significa numa empresa, por exemplo, colocar uma mulher ou negro num cargo alto, mas construir um pensamento do que significa a diferença para você, e o que ela tem a te ensinar. Dizer “obrigada por ser diferente, por me fazer questionar a mim mesmo”.

12. Descubra a sua vocação, o seu propósito de vida e em como você pode fazer a a diferença. “Você não precisa ser o Gandhi ou o Barack Obama. Cozinhar um bolo pra sua família, um pai que vai brincar com seu filho, dando o seu melhor, é uma maneira de servir a humanidade com o melhor que temos”.

Para terminar, um recado aos educomunicadores e educadores em geral: “eu chamo a todos para a revolução não-violenta, onde as novas tecnologias podem mudar o mundo, sim, e que é preciso acreditar que você pode fazer a diferença”.

Danah Zohar
Danah Zohar nasceu e foi educada nos Estados Unidos. Ela estudou Física e Filosofia no MIT (Institudo de Tecnologia de Massachusetts), e fez seu trabalho de pós-graduação em Filosofia, Religião e Psicologia na Universidade de Harvard. Ela é a autora do best-seller O Ser Quântico , e também de A Sociedade Quântica, que estendem a linguagem e os princípios da física quântica para uma nova compreensão da consciência humana, da psicologia e da organização social.

EDUCAÇÃO ESPIRITUAL

10:37 Maisa

Por que nós queremos construir um centro para educação espiritual?

Porque a pouca educação é a maior causa de desarmonia e pobreza no mundo. A maioria das pessoas não sabem quem são ou o que são capazes de fazer, e conseqüentemente sentem-se fracas em seu senso de ser e em sua personalidade.

O conceito do “ser” que inclui a mente, o corpo e a alma, é o responsável pela transformação constante do ser humano. Mas para a maioria das pessoas a educação não os encorajou a explorar e se desenvolver livremente, muito pelo contrario a educação se tornou uma instituição de doutrinação, que oferece apenas informações irrelevantes e freqüentemente incorretas.

Após muitos anos de programação e pensando do jeito que nos falaram para pensar, nós ficamos alienados das nossas qualidades e valores espirituais, e ficamos tão amedrontados que é muito difícil se conectar com o conhecimento sagrado das nossas almas, o conhecimento que foi trazido conosco das estrelas para ser compartilhado no mundo das experiências.   

É necessária muita informação para transmutar os erros do passado e reconhecer de fato quem somos nós. No momento em que reconhecemos a divindade de cada ser, a vida se transforma completamente, e assim começamos a crescer e desenvolver as qualidades de cooperação, ajuda e responsabilidade social.

O movimento consciente do estado de competição para o da cooperação é o que causará harmonia em todos os níveis sociais. E com este propósito educacional poderemos servir todos que queiram aprender. Porém para alcançarmos esse ponto, precisamos melhorar a qualidade de ensino e curar o desentendimento projetado em todas as pessoas que tem como único objetivo o controle.

O fato de não saber o que acontece no mundo, nos traz confusão e medo. Através do conhecimento, do saber, e do entendimento atingimos o equilíbrio e a tranqüilidade.

O crescimento da alma é o propósito de todas as experiências que escolhemos, o objetivo de todo aprendizado da alma é o equilíbrio, que é também o plano divino.

Na educação nós precisamos professores equilibrados que amem informar e apresentar as oportunidades e possibilidades para os mais novos. Para que eles sejam capazes de escolher e se especializar nas áreas de seus interesses e aptidões.

MISSÃO PARA TODOS NÓS

10:30 Maisa

A missão é manter o equilíbrio no meio de todo o caos existente no nosso mundo.
A necessidade de equilíbrio em nossas vidas deve ser respeitada, pois o equilíbrio é vital para a nossa capacidade de absorção de luz, e a luz que é o símbolo do conhecimento, é essencial para nossa clareza espiritual.
Quanto mais absorveremos conhecimento, mais discernimento teremos para reconhecer os esforços das forças opositoras de nos manter fora de equilíbrio. A educação atual está focada em como você pode obter um emprego e competir com todas as outras pessoas objetivando simplesmente o lucro.   

A educação espiritual nos leva a compreender em que mundo estamos e como utilizar as ferramentas da mente e do coração para levar formas de amor a um mundo de medo, egoísmo e ignorância espiritual.
 Somos responsáveis por equilibrar todas as experiências que atraímos para as nossas vidas.

O nosso despertar começa quando ligamos a nossa mente aos nossos sentimentos sutis que carregam a luz e a sabedoria da nossa alma e do nosso coração. Assim que a ciência dos princípios universais é estudada e compreendida, somos capazes de discernir que há desequilíbrio na nossa política, economia e educação.

O sistema social foi projetado para manter todos controlados e em estado de estresse constante, preocupados e reagindo emocionalmente. É a capacidade racional do hemisfério esquerdo do cérebro que orientam os setores citados acima, enquanto a capacidade intuitiva do hemisfério direito do cérebro é completamente ignorada a ponto de muitos não serem capazes de acessar a orientação sutil e universal.

Devido a esta limitação muitas pessoas não foram capazes de desenvolver a sua percepção intuitiva e foram também expostos a conceitos e crenças dogmáticos. Teremos professores e alunos que trabalharão juntos e em harmonia, quando a educação se tornar espiritualizada. E todos vão objetivar criar um sistema de vida, onde o ser humano será visto como precioso, sagrado e parte do todo.

Robert Happé
Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida.

Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve - Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.

Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.

 Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.

 Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.

CAMPANHA

11:36 Maisa


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http://www.segmento.com.br/sustentavel/

SOPA PLÁSTICA

10:58 Maisa

A TERRA É NOSSA VIDA

10:09 Maisa